O nosso projeto

domingo, 10 de abril de 2011

Oi galera,

Hoje nós fizemos um passeio maravilhoso no Museu da República !!!
E também criamos, oficialmente, o nosso projeto para cumprir as horas da ACCC !!!
No próximo domingo, dia 17 de abril, nós vamos ao Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, onde o Bernardo, nosso cicerone, nos mostrará o que tem por lá !!!
Bom, eu, como design, não podia deixar de criar uma imagem do nosso grupo !!! Sendo assim, inspirada na capa do livro do Julio Verne, aí vai !!! Espero que gostem !!!
Beijinhos

Lourdinha






Profissão de Historiador

sexta-feira, 8 de abril de 2011

CCJ aprova regulamentação da profissão de historiador

A regulamentação da profissão de historiador foi aprovada, nesta quarta-feira (2), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), estabelece que a profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso de graduação, mestrado ou doutorado em História.
Entre as atribuições dos historiadores, o projeto (PLS 368/09) lista o ensino da disciplina no ensino básico e superior; o planejamento, a organização, a implantação e a direção de serviços de pesquisa histórica; o assessoramento voltado à avaliação e seleção de documentos para fins de preservação.
A proposta já havia sido aprovada em decisão terminativa, em março de 2010, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Mas a aprovação de emenda de Plenário do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) e de requerimentos dos senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e do então senador Flávio Arns (PSDB-PR) fez a matéria retornar à CAS, bem como exigiu sua análise pela CCJ e pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Relator do projeto na CCJ, Flexa Ribeiro recomendou sua aprovação com o acolhimento da emenda de Alvaro Dias. A mudança proposta em Plenário simplificou uma das atribuições dos historiadores para a "organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas de História". O texto aprovado pela CAS detalhava os locais (empresas, museus, editoras, produtoras de vídeo e CD-ROM ou emissoras de televisão) de realização dessa atividade.
- O texto original do inciso que se pretende alterar era excessivamente detalhista e enumeratório, o que depõe contra a generalidade, clareza e precisão da norma - explicou Flexa Ribeiro em seu parecer.
O relator reconheceu o "relevante" papel exercido pelos historiadores na sociedade e considerou que a inexistência de uma regulamentação pode abrir esse campo a profissionais de outras áreas sem as qualificações necessárias para desenvolver um trabalho adequado com objetos e assuntos históricos.

MUSEU DA REPÚBLICA | PALÁCIO DO CATETE

quinta-feira, 7 de abril de 2011


O Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete, construído entre 1858 e 1867 pelo comerciante e fazendeiro de café Antônio Clemente Pinto, Barão de Nova Friburgo, consagrou-se como um monumento de grande importância histórica, arquitetônica e artística. Erguido no Rio de Janeiro, então Capital Imperial, tornou-se símbolo do poder econômico da elite cafeicultora escravocrata do Brasil oitocentista. Sua concepção em estilo eclético é resultado do trabalho de artistas estrangeiros de renome, como o arquiteto Gustav Waehneldt e os pintores Emil Bauch, Gastão Tassini e Mario Bragaldi. Em 1889, passados vinte anos da morte do Barão e de sua esposa, o Palácio foi vendido à Companhia do Grande Hotel Internacional e, posteriormente, antes que fosse instalada qualquer empresa hoteleira no imóvel, foi vendido ao maior acionista da Companhia, o conselheiro Francisco de Paula Mayrink. Em 18 de abril de 1896, durante o mandato do presidente Prudente de Moraes, à época exercido em caráter interino pelo vice Manuel Vitorino, o Palácio foi adquirido pelo Governo Federal para sediar a Presidência da República, anteriormente instalada no Palácio do Itamaraty.

família
Condessa de Nova Friburgo (sentada com seu neto Rodolpho no colo),
Conde de Nova Friburgo entre suas fi lhas Laura e Ada,
Renato de Nova Friburgo, Braz de Nova Friburgo,
Maria José de Souza Dantas de Nova Friburgo e primos.

Para receber os presidentes e seus familiares, ampla reforma foi executada sob a orientação do engenheiro Aarão Reis. Dela participaram importantes pintores brasileiros como Antônio Parreiras e Décio Villares e o paisagista Paul Villon, este responsável pela remodelação dos jardins. A instalação de luz elétrica no Palácio, desde então, acentuaria o brilho dos acontecimentos políticos e sociais que ali teriam lugar.
Também chamado de Palácio das Águias, o Palácio do Catete foi palco de intensas articulações políticas, como as declarações de guerra à Alemanha, em 1917, e ao Eixo, em 1942, e, nesse mesmo ano, a implantação do Cruzeiro como sistema monetário nacional. Entre os grandes acontecimentos sociais, destacam-se a recepção aos Reis da Bélgica, em 1920, e a hospedagem do Cardeal Pacelli, posteriormente Papa Pio XII , em 1934. Grande repercussão gerou o polêmico sarau organizado, em 1914, pela caricaturista Nair de Teffé, esposa do presidente Hermes da Fonseca, durante o qual foi executado o famoso “Corta- Jaca” de Chiquinha Gonzaga, compositora e maestrina carioca. Pela primeira vez a música popular era interpretada nos salões de um Solar aristocrático.

Museu da República
Museu da República, 1922.

Do Palácio emergem, ainda, memórias de momentos de consternação e comoção nacional, como o velório do presidente Afonso Pena, em 1909, e o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, desfecho de uma das mais contundentes crises político-militares republicanas. No ano de 1938, durante o Estado Novo, o Palácio e seus jardins foram tombados pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Sede do Poder Republicano por quase de 64 anos, 18 presidentes utilizaram suas instalações. Coube a Juscelino Kubitschek encerrar a era presidencial do edifício, com a transferência da Capital Federal para Brasília em 21 de abril de 1960. O Palácio do Catete, com base em Decreto Presidencial de 08 de março de 1960, passou então a ser organizado para abrigar o Museu da República, inaugurado a 15 de novembro do mesmo ano.

Fonte: www.museudarepublica.org.br

Bom, ai está um resumo da história desse lugar maravilhoso!
Espero que tenham gostado! Domingo (10/04) a gente se encontra lá!
Att,

Giselle Paes Leme

Visita ao Museu da República



Oi galera,

Está confirmadíssima nossa visita ao Museu da República, neste domingo, dia 10 de abril de 2011 !!!
A entrada é gratis das 14h às 18h !!!
O endereço é Rua do Catete, 153 - Catete.
Pra quem estiver um pouco perdido, aí vai o link do Google Maps:

Tem metrô até a porta !!! É só descer na Estação Catete !!!
Quem quiser visitar o site o endereço é http://www.museudarepublica.org.br/
Nós estamos combinando nosso encontro no portão principal da Rua do Catete, às 13:45 !!!
A Giselle está estudando um pouco da história do museu e vai nos dar uma aula do muito que foi a antiga casa do Barão de Nova Friburgo !!!
Ah, e não se esqueçam de levar os formulários do ACCC, de preferência com o cabeçalho preenchido pro pessoal de lá carimbar !!!!
Beijinhos

Lourdinha

A história do Natal nos dias de Hoje

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Oi galera,


Conforme havia prometido, aí vai o vídeo que eu falei !!!!

Aproveitem !!!!
Beijinhos
Lourdinha



OBS - Está confirmadíssima a prova do Prof. George para o dia 20/04!!!!

Calendário das provas - História 2011.1 - Manhã

terça-feira, 5 de abril de 2011



Oi galera,

Estou postando o calendário das provas !!!
Quem faz Sociologia com o Valeriano, terá que ver as datas das demais provas porque eu só tenho a da P1 e pra quem faz com o George, terá que ver todas porque dessa matéria eu não tenho data nenhuma !!! (Quem descobrir primeiro, pode postar aqui, né ???)
Para as demais, aí vão:

Calendários de Provas - História 2011.1 - Manhã

História da Cultura Ocidental (Prof. Claudia) - aula às 3ªs feiras
P1 - 19/04
P2 - 14/06
VEA (2ª Chamada) - 21/06
P6 - 28/06

História do Rio de Janeiro (Prof. Vera) - aula às 4ªs feiras
P1 - 20/04
P2 - 15/06
VEA (2ª Chamada) - 22/06
P6 - 29/06

História Cultura e Sociedade (Prof. Geroge) - aula às 4ªs feiras
P1 - 13/04 (OBS - O Prof. George disse que provavelmente vai mudar essa data pra 20/04)
P2 - 15/06
VEA (2ª chamada) - 22/06
P6 - 29/06

História da Cultura Oriental (Prof. Claudia) - aula às 5ªs feiras
P1 - 14/04
P2 -09/06
VEA (2ª Chamada) - 16/06
P6 - 30/06

Sociologia (Prof. Valeriano) - aula às 6ªs feiras
P1 - 08/04

A Feiticeira do Rio Antigo

quinta-feira, 31 de março de 2011


Oi galera,

Aí vai mais um texto do professor José Luiz !!!
Aproveitem !!
Beijinhos

Lourdinha

A FEITICEIRA DO RIO ANTIGO


Após o incêndio do casario da Travessa do Mercado, em 1790, o lugar decaiu e tornou-se reduto de marginais e antro de prostituição do mais baixo nível. Dentre as mais famigeradas figuras do Arco do Telles nessa época, sobressaiu-se a prostituta e depois feiticeira Bárbara dos Prazeres. A maior parte dos dados abaixo foram registrados pela Intendência Geral de Polícia, criada pelo Príncipe D. João, em 1809.

Nascida em Portugal no ano de 1770, tinha 18 anos de idade quando veio com o marido para o Brasil. No Rio de Janeiro, apaixonou-se por um mulato e assassinou o esposo para viver livremente com o amante. Consta que o homem, porém, passou a viver às custas da jovem e chegou a consumir a maior parte dos seus bens. Durante uma briga do casal, Bárbara o matou também.

Marcada pelos assassinatos e sem meios de subsistência, restou à bela jovem de 20 anos ganhar a vida se prostituindo. Fez seu ponto exatamente ali, debaixo do Arco do Telles, onde angariou vasta clientela. Por quase 20 anos, ela considerou ter encontrado a sua vocação e o seu lugar na sociedade.

Porém, o tempo e a vida desregrada cobraram o seu tributo. Começou a ficar velha e já não atraía tantos homens. Também as dores nos ossos a cada dia ficavam mais insuportáveis (provavelmente havia contraído sífilis). Temendo cair na miséria e na solidão, desesperada, ela procurou um remédio nas muitas casas de feitiçaria e magia negra do Rio de Janeiro, uma poção que aliviasse suas dores e a tornasse bonita e jovem outra vez.

Uns dizem que custou todo o dinheiro que ela tinha juntado, outros, que o preço foi sua alma; de concreto, o que se sabe é que alguém lhe passou uma fórmula que teria o efeito desejado. Os principais componentes eram certas ervas e sangue humano morno, mais precisamente, de crianças ainda vivas.

Foi quando começou a raptar meninos pobres, filhos de escravos e de mendigos, e também a ficar de tocaia na Roda dos Expostos da Santa Casa, onde eram abandonados os bebês para adoção. Não há números exatos, mas foram dezenas as vítimas que ela sacrificou no lúgubre ritual de rejuvenescimento. O pavor tomou conta da população do Rio de Janeiro, cujas crianças passaram a ser trancadas em casa e a só sair na companhia de adultos.

Nossa personagem, nesta época, aparece nos registros do Intendente Geral de Polícia, desembargador Paulo Fernandes Vianna, como Bárbara dos Prazeres (por causa do oratório no Arco do Telles) e também como Bárbara "Onça" (referência à sua ferocidade). Parecem vir desse período as expressões: "cuidado que a bruxa está solta!" e "olha que a Onça está solta!".

Bárbara levava suas pequenas vítimas para a tapera em que morava, na Cidade Nova. Pendurava as crianças pelos pés com uma corda, as esfaqueava e postava-se embaixo delas para banhar-se no sangue que jorrava ainda quente dos corpinhos sem vida.

Talvez a criminosa mais procurada na cidade em todos os tempos, consta que viveu até 1830, quando simplesmente desapareceu. Nesse ano, surgiu um cadáver de mulher boiando próximo ao Largo do Paço, mas suas feições estavam irreconhecíveis. Alguns afirmaram que era Bárbara, mas outros não a identificaram.

Há quem suspeite (lenda urbana?) que ela continua viva até hoje, graças ao segredo da fórmula de rejuvenescimento. E mais: teria assumido a condição de feiticeira e aplicado a receita em alguns milionários, em troca de parte de suas fortunas.

Diz-se que ainda hoje, em certas madrugadas sem lua, quando já partiram os últimos garçons dos bares da Travessa do Comércio e cessou o movimento da boemia, escuta-se no beco a gargalhada de Bárbara Onça, a feiticeira, ecoando assustadoramente pelos vazios escuros do Arco do Telles. Brrrr!

Fonte: http://www.serqueira.com.br/mapas/feit2.htm